Não-voltei da alta cidade ontem, com mais um pequeno capítulo na luta para honrar o que meu pai fez de mim. Não-voltei porque cruzei vilas e casas, atravessando o lugar onde moro e onde deixei meu coração, peito vacante. Desejando o peso do algodão na cabeça, orbitando refrigerantes aguados, falta de dinheiro e Henry Chinaski, Robert Smith e a canção perfeita, uma dor castradora nas pernas e raios desenhando ameaças em um céu muito, muito acima da estrada. Não percebo se o gosto amargo vem das escolhas certas ou erradas. Em três dias, talvez.

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